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[Resenha] Cidades de Papel - John Green



Lido em: Agosto de 2014

Título: Cidades de Papel
Título original: Paper Towns
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Ano: 2013
Páginas: 368
Classificação: 

Sinopse: Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.



Resenha:  

Após ler “A Culpa é das Estrelas”, “Quem é você, Alasca?” e “O Teorema Katherine”, pude concluir que o John Green gosta de histórias com personagens inteligentes, espertos e, talvez, um pouco misteriosos. Confesso que são essas características que mais me atraem nos livros dele. E, claro que, com Cidades de Papel não foi diferente.

Cidades de Papel conta a história de Quentin e sua vizinha Margo. É a história da paixão platônica que Quentin tem pela Margo que é, também, sua colega de escola.

Os personagens dessa história são incríveis. Não irei me prolongar muito a respeito deles, pois acredito que é preciso ler para conhecer cada um.  Mas, posso deixar registrado que, sem sombra de dúvidas, assim como eu, você irá se apaixonar pelos personagens. Todos possuem presença marcante no decorrer da história. E isso é o que mais prezo em relação a um personagem.

A emoção começa quando Margo invade a janela do quarto de Quentin com a cara pintada e vestida de ninja, chamando-o para fazer parte de um plano de vingança. Durante a noite, Margo e Quentin passam por momentos impressionantes de aventuras. E, assim que um novo dia se inicia, Quentin descobre que Margo sumiu.

Acredito que a história ficou ainda mais envolvente e emocionante a partir do momento do sumiço de Margo. Lembro-me bem de que não conseguia parar de ler e sempre jurava baixinho: só mais um capítulo.

Esse livro é daqueles que nos dá vontade de fazer parte da história. Daqueles que nunca gostaríamos que acabasse. Daqueles que deixam um vazio no final.

A forma como o autor criou aquelas dicas sem noção e que fazem todo o sentido para que o Quentin pudesse chegar ao destino final, foi magnífica e surpreendente.

O que mais gosto no desfecho dessa história é que foi um desfecho nada previsível. Não consigo imaginar uma forma melhor de finalizá-la.

O ponto mais positivo no livro foi que as lições que o autor traz para os leitores são impressionantes. Posso dizer que minha visão de mundo mudou muito depois que li Cidades de Papel. É um livro de emoção, alegria e, principalmente, aprendizado.

Sem sombra de dúvidas, na minha humilde opinião, esse é o melhor livro do John Green. É uma história que merece continuidade sempre e sempre.
São por todos esses pontos que esse livro merece cinco estrelinhas.


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